Adaptado do Site do Sinproesemma

A
principal tese é da fundação francesa, considerada a versão oficial, que
começou a circular no começo do século XX, a partir de estudos do professor e
historiador José Ribeiro do Amaral.
Ele
atribuiu a fundação à expedição liderada pelo fidalgo francês, Daniel de La
Touche, que tinha a intenção de explorar o Novo Mundo. Ao chegar à cidade, em
1612, os franceses participaram de uma missa
celebrada por padres capuchinos e, em seguida, construíram um forte na
cidade, hoje localizado no Palácio dos Leões, sede do Poder Executivo Estadual.
A
outra tese, a da fundação portuguesa, afirma que a construção da cidade ocorreu
após a expulsão dos franceses e índios, em 1614, na Batalha de Guaxenduba,
comandada por Jerônimo Albuquerque Maranhão. Em 1616, é iniciada a colonização
portuguesa, quando a cidade teria sido fundada por Jerônimo de Albuquerque
Maranhão, por ordem da Corte de Madri.
Segundo
o presidente do IHGM e diretor de Cultura do Sinproesemma, Euges Lima, essa
controvérsia deverá agitar os debates na próxima terça, 6, a partir das 14h, no
Auditório do IHGM, localizado na Rua de Santa Rita, 230, Centro, próximo às
Lojas Americanas.
