terça-feira, 25 de setembro de 2012

Edomir Oliveira e Fernanda Rufino lançam livros no IHGM


 

  

C O N V I T E


Tenho a honra de convidar aos confrades, confreiras  e suas famílias para o lançamento do meu mais recente livro "REFLEXÕES BÍBLICAS" no dia 26 próximo, quarta-feira, após a posse do novo confrade. O trabalho foi organizado em parceria com a Missionária Batista, a jovem escritora, FERNANDA RUFINO e tem como tema “NUNCA PARE DE LUTAR. NUNCA!" Abordando igualmente assuntos de temática religiosa. O lançamento de dois livros em um só, será levado a efeito no auditório da sede do nosso IHGM, repito, no dia 26 próximo e além de honrados com sua presença, ficaremos felizes pela sua participação ao evento.


Atenciosamente,

Edomir Martins de Oliveira, cadeira n.º 51

EDITAL DE CONVOCAÇÃO




No uso de minhas atribuições legais e conforme o Artigo 19 do Estatuto, convoco todos os associados desta entidade, para a ASSEMBLÉIA GERAL ORDINÁRIA, que será realizada no dia 26 de setembro de 2012 (quarta-feira), com primeira convocação às 17h e, em segunda e última convocação, às 17h e 30min para apreciação da seguinte pauta:

1 – Balanço do Ciclo de Estudos/Debates “A Cidade do Maranhão: uma história de 400 anos;

2 – Estabelecimento do valor da mensalidade a partir do exercício de 2013 e proposta de desconto para os pagamentos efetivados até o vencimento (dia 5);

3 – Informe sobre o andamento das publicações impressas das Revistas do IHGM ;

4 – Posse do Prof. Dr. Alexandre Fernandes Correa (UFMA), na Cadeira de N.º 10, patroneada pelo Pe. José de Moraes (18:30);

5 – Lançamento dos livros “Reflexões Bíblicas e Nunca pare de lutar, respectivamente de autoria do confrade e ex-presidente do IHGM, Edomir Martins de Oliveira, Cadeira de N.º 51 e Fernanda Rufino.


São Luís, 24 de setembro de 2012.


Telma Bonifácio dos Santos Reinaldo
Presidente



segunda-feira, 24 de setembro de 2012

José Jorge toma posse na Casa de Antonio Lopes


José Jorge na tribuna do IHGM

Discurso de posse  de José Jorge Leite Soares na cadeira 34, patroneado por Wilson da Silva Soares  (20 de setembro de 2012)


Saudação à Mesa,

Costuma-se dizer que quando desejamos algo o universo conspira a nosso favor. Desta feita foi o meu dileto amigo e destacado membro do Conselho Diretor da Aliança Francesa de São Luís, Antonio Noberto, que conspirou para que eu pudesse tomar assento neste destacado espaço que abriga ilustres confreiras e confrades, cada qual chegado aqui por merecidas e reconhecidas participações na vida acadêmica, científica e cultural da comunidade maranhense.
Dirijo-me ao confrade Antonio Noberto, fazendo uso das palavras de Wilson da Silva Soares, quando, depois de longos anos ausente de sua terra natal, retorna a Pinheiro no final do ano de 1933, para dizer: “O vosso amável gesto, vislumbrou em mim merecimentos que não possuo senão quando sou observado pela lente pronunciadamente convexa da simpatia, por mercê da qual as qualidades triviais se desnaturam para parecer aos olhos do observador desprevenido atributos tão marcantes”.
Imaginem, prezadas confreiras e confrades, um menino nascido numa pequena cidade do interior do Maranhão, que aos 14 anos de idade, em busca do conhecimento, tomou o fluxo das águas do Pericumã e rumou pela foz da baia de Cumã em direção a São Luís para empreender uma longa viagem a Brasília e, mais tarde, a São Paulo, Recife, Belo Horizonte e Rio de Janeiro, sem sequer ter feito um estágio na capital do Estado. Mais de duas décadas longe de sua terra, já com família constituída (Beth sua amada mulher e os filhos Julia e Bruno), decidiu por fazer o caminho de volta. As raízes que sempre o mantiveram ligado ao solo de sua terra o trouxeram de volta ao seu torrão natal.
E hoje, esse menino sonhador, realiza mais um sonho acalentado nos bancos do colégio Odorico Mendes lá em Pinheiro. Ocupar uma cadeira neste Instituto que já abrigou e continua a acolher personalidades das mais importantes no seio de nossa sociedade. Este momento tem para mim um significado ímpar e registro de início o meu compromisso de retribuir tamanha honraria com aquilo que disponho: a capacidade de trabalho, a dedicação e a vontade de acertar.
Estar hoje recebendo das mãos de sua presidente Dra. Telma Bonifácio dos Santos, avalizado pelos demais confrades e, mais ainda, de estar ao lado de conterrâneos do quilate do Dr. Aymoré Alvin, do Dr. José Marcio Leite e da Dra. Joana Bitencourt, me faz crer que valeu a pena ter recebido umas palmatórias de Dona Mundica Costa (para aprender a tabuada), ter ficado de castigo ajoelhado nos caroços de milho de frente para a parede e dos ensinamentos ministrados nas aulas de redação por Dona Cici Amorim e do apoio e carinho de Dona Diana, minha querida mãe de quem tantos incentivos tive ao longo de toda a minha vida. Sem maiores traumas, olho para traz e vejo como tudo isso foi importante para a minha formação.
Quis o destino que hoje esteja eu assumindo a cadeira de no. 34, do Instituto Histórico e Geográfico do Maranhão, cujo patrono era um conterrâneo de Pinheiro. E mais ainda, um parente. Wilson da Silva Soares.
A família Soares, através de Odilon Soares, médico renomado, poliglota capaz de dominar fluentemente o alemão, o italiano, o francês, o inglês e o espanhol, alem de largos conhecimentos do Latim, foi o primeiro deputado federal nascido em Pinheiro, marcando sua passagem na Assembleia Constituinte de 1946 como um parlamentar de raro brilho conseguindo a aprovação de dezenas de projetos de sua autoria. Ocupou a cadeira de no. 25 deste Instituto.
Oswaldo da Silva Soares, tabelião, portador de invejável cultura, pesquisador dos mais notáveis, colecionador de obras de arte e com atuação destacada nesta Casa, chegou a ocupar a cadeira de no. 13.
Luiz Alfredo Guterres Soares, poeta, escritor e jornalista, ocupante da cadeira no. 39, tem prestado relevantes serviços a este Instituto e, humildemente, me junto a eles com o compromisso de somar esforços para o engrandecimento desta Casa.
Assim como eu, Wilson da Silva Soares nasceu em março. Era final do século XIX, 1898.
Segundo André Ribard, na Prodigiosa História da Humanidade, nesse ano acontecia mundo afora uma verdadeira revolução no conhecimento científico: Thomas Edison aperfeiçoava a energia elétrica, madame Curie e Monsieur Becquerel isolavam o radium e estudavam a radioatividade natural, Nos Estados Unidos o telefone ligava pela primeira vez duas cidades distantes e na França surgia o cinema com os Lumière.
Por outro lado, segundo Jerônimo de Viveiros, em Quadros da Vida Pinheirense, Pinheiro sofria os efeitos da abolição da escravatura, abalando a sua economia baseada na produção de cerca de quarenta fazendas sustentadas pela força dos braços de mais de mil escravos.
E foi lá que em 20 de março de 1898 uma parteira lhe aplicou as primeiras palmadas e a sua mãe ouviu o choro daquele que viria a se tornar um dos mais importantes filhos de Pinheiro.
Seus estudos foram iniciados em sua terra natal e mais tarde em São Bento, transferindo-se para São Luís em decorrência do falecimento de seu progenitor. Amante das letras, leitor contumaz, iniciou seus estudos superiores na Faculdade de Direito, porém sua vocação pelo jornalismo o levou a abandonar a carreira jurídica.
Fez-se jornalista dos mais notáveis e brilhantes da sua época. Dirigiu o Diário de São Luís, período no qual desenvolveu uma rica produção de artigos publicados em diferentes revistas científicas e culturais.
Habituado ao convívio amável dos bons livros foi um colecionador cuidadoso de obras literárias e chegou a organizar nos baixos da sua residência, em três grandes salões na Rua dos Afogados a maior e mais importante Biblioteca do Estado, não somente pela quantidade de obras, que atingiu a casa dos quarenta mil volumes, mas, principalmente, pelo alto valor literário da grande maioria delas, algumas de renomada raridade.
Após ter criado a Sociedade Maranhense de Estudos, foi um dos idealizadores da Academia Maranhense de Letras e um dos fundadores do Instituto Histórico e Geográfico do Maranhão, quando em 1925 foi escolhido Patrono da cadeira de no. 34 que hoje, com muito orgulho, repito, assumo neste momento.
Rotariano de destaque e sempre a frente de iniciativas inovadoras, chegou a ocupar a direção da imprensa Oficial do estado do Maranhão, do Arquivo Público do estado e do departamento Estadual de Estatística.
Wilson da Silva Soares, pelo seu elevado espírito público e dedicação teve o reconhecimento dos principais mandatários da época, tais como o presidente do estado José Pires Sexto e do interventor Paulo Ramos. Sua notoriedade já se fazia presente quando influenciado por amigos e correligionários tentou uma vaga na Assembleia Legislativa. Mesmo não obtendo êxito, recebeu uma votação significativa, notadamente de seus conterrâneos pinheirenses.
Registros do Jornal Cidade de Pinheiro mostram que nesse ano, mais precisamente no final de 1933, chegava à redação do Jornal um telegrama informando da visita que faria à sua terra natal.
Partindo de São Luís a bordo do barco Capricho, após ter vencido os banzeiros do boqueirão, ter contornado a Pedra Grande de Itacolomy e ter adentrado pela baia de Cumã, rumo a sua terra natal, Wilson chega a Pinheiro.
Filho dos mais ilustres da cidade àquela época, Wilson fez-se acompanhar pelo desembargador Elizabetho Barbosa de Carvalho e foi recebido pelos seus conterrâneos com salvas de foguetes tão logo a comitiva foi avistada na Ilha de Ventura, à entrada da cidade.
O diretor do Jornal, Josias Abreu abriu as portas e salões de sua elegante residência para recebê-lo na presença das principais autoridades, dos membros da Loja Maçônica “Renascimento” e de lideranças de Pinheiro onde proferiu em nome da cidade a saudação ao mais notável de seus conterrâneos:
“Abre-vos Pinheiro os braços, neste momento emocionada e trêmula para o amplexo de boas vindas que simboliza na eloquência de um gesto, todo o sentir de seu povo” e, finalizando, conclui: “assim, hospedes queridos, não vos dou as chaves da cidade. Ela, para vós, não possui portas e não tem muralhas”.
Mesmo não obtendo êxito na aventura política e dedicando-se com afinco aos estudos estatísticos por ocasião em que dirigia o Departamento de Estatística do estado, foi convidado pelo embaixador Macedo Soares, à época presidente do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística, para instalar no Estado de Sergipe o Departamento de Estatística local.
Wilson da Silva Soares foi certamente um dos pinheirenses que honraram a terra onde nasceu, por seu talento, por sua cultura e por sua capacidade admirável de trabalho que ele sempre empregou por onde passou com o brilho de sua inteligência e com o elevado espírito público que sempre carregou consigo.
Veio a falecer no Rio de Janeiro em 9 de dezembro de 1949 sendo sucedido por Elizabeto Barbosa de Carvalho. Formado em direito pela Universidade de Pernambuco, natural do estado do Piauí, casou-se com uma pinheirense quando de sua passagem pela cidade de Pinheiro como Juiz de Direito. A essa época, fundou o jornal Cidade de Pinheiro, o hebdomadário mais antigo ainda em circulação no estado do Maranhão, contando com a colaboração de Wilson Soares e Clodoaldo Cardoso, entre outros.
Desembargador do Tribunal de Justiça do estado do Maranhão, ocupou o cargo de Corregedor Geral do Estado, chegando a ser o Presidente do Tribunal de Justiça. Como advogado desempenhou-se de forma brilhante como presidente da Ordem dos Advogados do Maranhão. Em 1942 foi nomeado Interventor Federal no Estado do Maranhão, chegou a ocupar pela vontade do povo uma cadeira na Câmara Federal e encerrou sua brilhante história de vida em defesa dos interesses do povo do Maranhão atendendo, mais uma vez, aos apelos populares, quando foi eleito Prefeito de Pinheiro para o período de 1960 a 1964.
Veio a falecer em 18 de março de 1966.
Esta cadeira ainda foi ocupada pelo seu irmão Fernando Barbosa de Carvalho, piauiense de Amarante que adotou o Maranhão para desempenhar seu importante papel como homem público.
Como jurista de formação, teve destacado papel na elaboração da Constituição do estado do Maranhão, ocupou o cargo de Secretário de Estado da Educação e Cultura no governo Eugênio Barros e, posteriormente, no governo de Eurico Ribeiro, conduziu a pasta da Secretaria de Interior, Justiça e Segurança.
Os arquivos do jornal Cidade de Pinheiro registram uma leva de artigos publicados por “Tirso Júnior”: pseudônimo usado por ele durante muitos anos para exercitar, de forma refinada, a sua arte da escrita. Na Academia Maranhense de Letras, a cadeira de No. 17, patroneada por Sotero dos Reis foi, por ele, coupada por muitos anos. Faleceu em 1976.
Como vêem, minhas senhoras e meus senhores, confreiras e confrades, pesa sobre os meus ombros uma carga hercúlea ao suceder estes homens que fizeram de suas histórias a História do Maranhão. Minha responsabilidade torna-se imensa na medida em que a mim só resta envidar todos os esforços para o engrandecimento desta instituição. Este é, a partir de hoje, o meu compromisso com esta Augusta Casa.
Muito obrigado.

José Jorge Leite Soares

O empossado com os confrades

José Jorge, assina o livro de atas


Pres. Telma ladeada pelos dois empossados da noite
Pres. Telma Bonifácio e o Vice-pres. Prof. Euges Lima

Os empossados e suas respectivas esposas

Amigos e confrades prestigiam o evento

sexta-feira, 21 de setembro de 2012

Membro do IHGM é eleito para AML

Do site imirante

Natalino Salgado, reitor da UFMA e
 membro do IHGM
Em sessão extraordinária realizada no fim da tarde de ontem, na sede da Academia Maranhense de Letras (AML), o reitor da Universidade Federal do Maranhão (UFMA) e colaborador do jornal O Estado, Natalino Salgado, foi escolhido, por 28 dos 38 votos válidos, o novo integrante da AML. Ele ocupará a cadeira de nº16, cujo patrono é o poeta parnasiano Raimundo da Mota Correia. Além dele, disputavam a vaga o engenheiro civil Bento Moreira Lima Neto, que obteve oito votos, e o consultor de português e colaborador do suplemento Na Mira, de O Estado, Paulo de Tarso Ribeiro Silva Moraes, com dois votos.
A eleição contou com a presença de 11 membros da AML, sendo que os outros 27 votos foram encaminhados por meio de correspondências, dentre eles, o do atual presidente do Congresso Nacional e ocupante da cadeira n°22 da Academia, José Sarney. Cada voto foi colocado na urna, após verificação da comissão de escrutinadores responsáveis pela apuração dos votos. Em seguida, começou o procedimento de contagem dos votos, que durou pouco mais de 20 minutos.
Por volta das 18h, o nome do vencedor foi anunciado. “Neste momento, comunico que o senhor Natalino Salgado, por causa do maior número de votos neste pleito, integrará o quadro da Academia”, declarou o presidente da AML, Benedito Buzar. Após a eleição, uma comissão formada por oito membros da Academia fez uma visita de cortesia, na residência do vencedor, onde anunciaram o resultado.
O grupo foi recepcionado por um Natalino Salgado emocionado, segundo ele, por tamanha honraria. “É lógico que havia uma confiança pela vitória, no entanto, não esperava que seria essa margem de diferença para os demais concorrentes. Quero dizer que, a partir desse momento, já me sinto um membro da Academia”, afirmou.
De acordo com o regimento interno da AML, o vencedor tem um prazo, a partir do dia da eleição, de seis meses para tomar posse, com possibilidade de prorrogação por mais seis meses. “Durante esse período, Natalino Salgado poderá marcar qualquer data para assumir a sua cadeira”, informou o presidente da AML, Benedito Buzar.
Natalino Salgado ocupará uma cadeira na AML que, antes dele, pertenceram a Domingos Vieira Filho, Paulo Nascimento Moraes e Neiva Moreira, além do patrono Raimundo da Mota Correia. O presidente da AML, Benedito Buzar, afirmou que a cadeira nº16 terá mais um nome importante para ocupá-la. “O doutor Natalino concorria com outros dois nomes fortes, que muito contribuem para a cultura do nosso estado, o que atribui um peso ainda maior para a vitória dele. Espero que tenha muito sucesso em sua nova empreitada”, declarou Buzar.
Antes de receber parentes e membros da Academia Maranhense de Letras (AML), em sua residência, na noite de ontem, para saudá-lo pela vitória, o reitor da UFMA falou sobre a sua futura função. Natalino Salgado Filho é mestre e doutor em Nefrologia pela Escola Paulista de Medicina, professor universitário, diretor-geral do Hospital Universitário Presidente Dutra e mantém constante colaboração à imprensa, especialmente no jornal O Estado, além de escrever artigos em revistas de pesquisa científica.
Questionado sobre o que o levou a ser eleito pela Academia, o reitor foi enfático. “A minha história de vida fala por si só. É uma honra ser o único médico no quadro atual de ocupantes da AML. Não posso deixar de mencionar, nesse momento, outros médicos, que tiveram o prazer de serem membros dessa importante instituição literária, como Aquiles Lisboa e Bacelar Portela. Quero homenagear também Pedro Neiva de Santana, Josué Montello, José Maria Cabral Marques e José Maria Ramos Martins, nomes que fazem parte da tradição literária desse estado”, afirmou Natalino.
Para o mais novo ocupante da cadeira nº 16, cujo fundador foi Corrêa de Araújo, esse já é um dos grandes momentos de sua carreira. No entanto, ele fez um comparativo com outra conquista pessoal. “Não posso deixar de mencionar também, o reconhecimento da comunidade acadêmica que, nas últimas eleições na UFMA, me elegeram para dirigir a mais importante instituição de ensino superior do estado. Essa eleição é um dos grandes capítulos de minha história de vida, assim como é a eleição na Academia”, disse o reitor.

Sobre a AML

A AML foi fundada em 10 de agosto de 1908, por Antônio Lobo, Alfredo de Assis Castro, Astolfo Marques, Barbosa de Godóis, Corrêa de Araújo, Clodoaldo Freitas, Domingos Barbosa, Fran Paxeco, Godofredo Viana, Inácio Xavier de Carvalho, Ribeiro do Amaral e Armando Vieira da Silva. Composta, inicialmente, por 20 cadeiras, em 1946, a AML fixou o número atual de 40.

terça-feira, 18 de setembro de 2012

José Jorge e Labidi assumirão cadeiras no IHGM



Sofiane Labidi
José Jorge Leite
Dia 20 de setembro, às 18h, no Palácio Cristo Rei, em frente a Praça Gonçalves Dias, haverá posse dupla no IHGM. Tomarão posse José Jorge Leite Soares na cadeira 34, patroneado por Wilson da Silva Soares e Sofiane Labidi, na cadeira 13, patroneado por Raimundo José de Sousa Gaioso.