sexta-feira, 4 de abril de 2014

Advogado e historiador Francarlos Ribeiro é eleito para o IHGM



Novos sócios foram eleitos por unanimidade nas últimas assembleias do Instituto. A partir de hoje, faremos uma série, com um breve perfil de cada um. Começaremos com o professor, historiador e advogado Dr. Francarlos Ribeiro, eleito para cadeira de N.º 2, patroneada pelo religioso e etnólogo francês do século XVII, Yves d’Évreux.
Licenciado em História pela Universidade Estadual do Maranhão (Uema); em História Bacharelado pela UFMA e bacharel em Direito também pela UFMA, com inscrição na OAB e militância nas lides jurídicas, Francarlos Diniz Ribeiro é professor da rede pública, advogado e atua como pesquisador nos estudos sobre o sindicalismo no Maranhão na década de 1950, mais especificamente a "Greve de 51". Estas, entre outras, qualidades, credenciaram o professor como um dos novos nomes para integrar o IHGM, obtendo a aprovação na assembleia do instituto realizada no dia 26 de fevereiro.
Francarlos pretende utilizar o conhecimento adquirido ao longo da carreira como professor e pesquisador para difundir o conhecimento para a sociedade maranhense. “Me sinto lisonjeado com a escolha para compor essa importante instituição cultural. Conto com os demais confrades para a divulgação da história para as próximas gerações”, ressalta.

segunda-feira, 31 de março de 2014

Diretor do IMESC toma posse no IHGM


Por Letícia Maciel/ Site da UEMA

Josiel Ferreira, novo sócio do IHGM
 
Na última sexta-feira (28), foi realizada, no prédio de História da Universidade Estadual do Maranhão (Uema), na Praia Grande, a cerimônia de posse do novo membro do Instituo Histórico e Geográfico, do Maranhão (IHGM), o geógrafo Josiel Ribeiro Ferreira, que ocupará a cadeira de número 49, patroneada por João da Mata de Moraes Rego.
Estiveram presentes o presidente interino do Instituto, Euges Lima, o analista ambiental do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente (Ibama), Rogério Fumo, o presidente do Instituto Maranhense de Estudos Socioeconômicos (Imesc), Fernando Pinto, e as professoras sócias Judite Bittencourt e Eneida Vieira da Silva.
O geógrafo recebeu a medalha que simboliza sua integração à confraria pelas mãos de sua mãe Iracy Ribeiro e, emocionado, falou da honra em fazer parte do IHGM: “O sentimento de alegria não está apenas no simples fato de um sonho realizado, mas contar com a oportunidade de participar de uma irmandade com grandes números e grandes nomes da nossa cultura e que contribui para o fortalecimento histórico e geográfico do Estado do Maranhão”, enfatizou.
As boas-vindas foram oficializadas pelo presidente em exercício do IHGMA, Euges Lima que, ao entregar o diploma de posse ao novo confrade, destacou sua qualificação para ocupar uma das cadeiras do Instituto: “O currículo do geógrafo é bastante vasto e demonstra sua experiência e competência como profissional. Que sua permanência nesta casa seja profícua e longa, pois acreditamos que tem muito a contribuir”, pontuou.
Raul , Euges, Josiel, Eneida e Clores, consócios do IHGM
Instituto Histórico e Geográfico do Maranhão- Criado no ano de 1925, é uma sociedade científica que busca coordenar os estudos e pesquisas nas áreas de História, Geografia, Etnografia, Etnologia e Arqueologia do Maranhão, de modo a defender o patrimônio histórico do estado, por meio de estudo, debate e divulgação. O reitor da Uema, José Augusto Silva Oliveira, também é confrade do IHGM, ocupando a cadeira de número 21, patroneada por Antonio Henriques Leal.








Euges Lima e Josiel Ferreira
 

quinta-feira, 27 de março de 2014

AML condena destruição parcial de casarão onde morou Aluísio Azevedo


Academia Maranhense de Letras diz que destruição é crime. Casa onde morou Aluísio Azevedo pode virar estacionamento.

Do G1 MA com informações de O Estado MA

A Academia Maranhense de Letras (AML) divulgou nessa quarta-feira (26) uma nota na qual condena a destruição do imóvel onde morou o escritor maranhense Aluísio Azevedo, na Rua do Sol, no Centro de São Luís, para construção de um estacionamento privado. Segundo a nota, a destruição do imóvel para essa finalidade é considerado um crime de lesa-cultura.
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De acordo com o presidente da AML, Benedito Buzar, e que também assina a nota, o imóvel onde Aluísio Azevedo escreveu o romance O Mulato (obra pioneira do naturalismo no Brasil), é uma parte importante da cultura e da história e por isso deve ser preservado. "Esse é o crime de lesa-cultura, pois é prejudicial para ela. Estão destruindo uma coisa que faz parte do patrimônio da cidade, com um significado histórico muito grande", disse o professor, que denunciou ainda que o poder público foi omisso, uma vez que deixou o casarão abandonado, o que aumentou a possibilidade de ele ser transformado em um estacionamento.
Denúncia
Foto: Euges Lima/Facebook do IHGM
Em uma publicação feita no dia 12 deste mês, o Instituto Histórico e Geográfico do Maranhão (IHGM), trouxe à tona a situação do casarão onde morou o escritor maranhense Aluísio Azevedo. Segundo a publicação, "além do atual estado avançado de deterioração do imóvel, existe ainda a suspeita de que a casa estaria sendo preparada para, em breve, servir de estacionamento, prática que vem ocorrendo sistematicamente nos últimos anos no Centro de São Luís, onde casarões, moradas-inteiras e meias-moradas de propriedade de particulares vão sendo demolidas ou desfiguradas para dar lugar a estacionamentos".
De acordo com a Superintendência Estadual do Patrimônio Histórico, órgão ligado à Secretaria Estadual de Cultura (Secma), as obras para a construção de um estacionamento de veículos no casarão histórico, são ilegais e que os responsáveis pelos serviços serão notificados.