quinta-feira, 19 de junho de 2014

Josefa Ribeiro da Costa toma posse no IHGM


A posse da desembargadora aposentada Josefa Ribeiro da Costa no IHGM(06/06/14) é destaque na Coluna do PH(18/06/14), Jornal Estado do Maranhão. A desembargadora tomou posse na cadeira de N.º 55, patroneada pelo professor José Ribeiro de Sá Vale.
 
Natural de Araioses (MA), Josefa Ribeiro da Costa é responsável pela descoberta dos documentos da capela de Nossa Senhora do Monte Serrathe, situada na rua Duque de Caxias, Centro. Os registros foram fundamentais para o reconhecimento dos 300 anos de Parnaíba.
 
Por conta da contribuição da desembargadora, o dia 11 de junho de 1711 é legalmente considerado uma data que marca a memória dos três séculos da segunda maior cidade do Piauí.
 
Josefa Ribeiro da Costa residiu em Parnaíba durante sua juventude, onde trabalhou com o comerciante Benedito dos Santos Lima (Bembém), fundador do Almanaque da Parnaíba, importante publicação da época.
 
 
Josefa Costa proferindo o discurso de posse
 

segunda-feira, 16 de junho de 2014

Francarlos Diniz toma posse no IHGM


 
O historiador e advogado, Francarlos Diniz, diretor jurídico do sindicato dos Trabalhadores em Educação Básica do Estado do Maranhão, passou a ocupar a cadeira número 2, do patrono religioso e etnólogo francês, Yves d’Évreux.

Na cerimônia de posse, que ocorreu no dia 6 de junho, no Liceu maranhense, Francarlos Diniz ressaltou o papel da entidade para a pesquisa histórica e geográfica de São Luís e do Maranhão. “É com imensa alegria que adentro aos quadros do Instituto Histórico e Geográfico do Maranhão, entidade com 89 anos e que tem dado importante contribuição nos estudos da História, arqueologia, Geografia, entre outras ciências que ajudam ao homem entender sua cultura, preservando-a”, afirma.

Além de resgatar o papel histórico da entidade na divulgação das ciências, o empossando lembrou-se da responsabilidade dos membros do IHGM em denunciar as ações que podem prejudicar o patrimônio histórico do Maranhão, como foi feito no caso envolvendo a residência do escritor Aluízio Azevedo, localizada na Rua do Sol, em São Luís. “O IHGM fez a denúncia pública da destruição da casa onde nasceu e morou Aluízio Azevedo. O Instituto condena e denuncia todas as atitudes de vandalismo contra o patrimônio cultural”, destaca.

Advogado e historiador do sindicalismo

Francarlos Diniz formou-se em História pela Universidade Estadual do Maranhão (Uema). É professor da rede pública e pesquisador nos estudos sobre o sindicalismo no Maranhão na década de 50.

Estas características, ao lado da militância nas lides acadêmicas, jurídicas e sindicais, credenciaram o professor como um dos novos nomes para integrar o IHGM, obtendo a aprovação na assembleia do instituto, dia 26 de fevereiro.
 

 
 

sábado, 14 de junho de 2014

Sócia do IHGM faz palestra de abertura em Seminário na capital capixaba


Ana Luiza Ferro, sócia do IHGM e Promotora de Justiça
A Sócia efetiva do IHGM e Promotora de Justiça, a escritora Ana Luiza Almeida Ferro, ministrou no dia 6 de junho uma palestra e uma aula na cidade de Vitória, Espírito Santo, sobre o tema das organizações criminosas e do crime organizado.

A palestra, bastante prestigiada pelos membros do parquet local, entre outros convidados, ocorreu no turno vespertino, no Auditório da Procuradoria-Geral de Justiça do Ministério Público do Espírito Santo, a convite do seu Centro de Estudos e Aperfeiçoamento Funcional - CEAF, na abertura do "Seminário sobre Crime organizado".

 A aula, por sua vez, foi a partir das 19h00, na Faculdade de Direito de Vitória - FDV, em seu Curso de Especialização em Ciências Criminais, coordenado pelo Prof. Gustavo Senna Miranda. Em ambas, a Promotora de Justiça abordou aspectos, inclusive históricos, de seus dois livros sobre o tema, Crime organizado e organizações criminosas mundiais (2009), pelo qual foi entrevistada por Jô Soares, e Criminalidade organizada: comentários à Lei 12.850, de 02 de agosto de 2013 (2014), este atualmente na lista dos mais vendidos da Editora Juruá, de Curitiba. É a segunda vez, em menos de um ano, que a jurista ludovicense é convidada a tratar do tema do crime organizado na capital capixaba.



 

sexta-feira, 13 de junho de 2014

Monumento mais antigo do Maranhão é alvo de vandalismo

  
Pedra da Memória, 06/14
 
 
D E N Ú N C I A

Monumento mais antigo de São Luís, Pedra da Memória (1841), localizado na AV. Beira-Mar, erigido em homenagem a Coroação de D. Pedro II é alvo de vandalismo. Onde está o poder público?

 
HISTÓRIA DA PEDRA

Trecho do artigo " A PEDRA DA MEMÓRIA E A COROAÇÃO DO IMPERADOR" do professor Euges Lima( http://ihgm1.blogspot.com.br/2012/05/pedra-da-memoria-e-coroacao-do.html ):

Jornal Maranhense, 1841.
É preciso notar que o ano de 1841 é o ano da Sagração de D. Pedro II, como Imperador do Brasil, na Capital do Império, marcada por grandes cerimônias e solenidades, com muita pompa e circunstância, digna das coroações das grandes monarquias europeias e que provavelmente repercutiu em todas as províncias do Brasil.
 
No Maranhão, a chegada da notícia sobre a coroação do Imperador gerou três dias de festejos e comemorações, dias 14, 15 e 16 de setembro de 1841, principalmente em São Luís, verdadeira festa cívica, comandada pelo presidente da província, João Antônio de Miranda, culminando com a criação de orfanato, lançamento de obras públicas e monumentos.
 
Escrevendo para o Sr. Cândido José de Araujo Viana, Ministro e Secretário do Estado dos Negócios do Império, descreveu assim o lançamento da Pedra da Memória, o presidente da província:
 
“Na tarde do dia 15 houve nova e magnífica parada no campo de Ourique, para onde ainda concorrerão as pessoas mais gradas da capital, e immenso povo, ahi tive a honra ainda de lançar a pedra fundamental para uma Pyramide, que a corporação Militar inaugurou á Sagração de S. M. o Imperador.” (JORNAL MARANHENSE, anno I, n. 27, 1841, p. 1)
 
Como parte dessas homenagens feitas no Maranhão à Coroação do Imperador que se inicia a construção do Cais da Sagração no dia 14 de setembro de 1841 e a aprovação da lei pela Assembleia Provincial que cria a Casa dos Educandos Artífices, uma espécie de orfanato profissionalizante para órfãos e menores abandonados, inspirada na Casa dos Educandos do Pará. É no contexto dessas comemorações quarentistas que são lançados os fundamentos da Pedra da Memória e que se explicam as razões de sua homenagem a D. Pedro II.
 
Pedra da Memória, 06/14
 
Jornal Maranhense, 1841
 
Inscrição da Pedra da Memória